Quando NR-01 (riscos psicossociais) entra na pauta, muita empresa ainda trata como “projeto de compliance”. O problema é que, enquanto a decisão fica para depois, a conta continua rodando — só que fora do radar. Essa é a parte mais perigosa: o custo invisível. Ele não aparece como uma linha única no orçamento, mas se espalha por absenteísmo, turnover, perda de produtividade, retrabalho de gestão e passivo (trabalhista, reputacional e de auditoria). E os dados mostram a dimensão do tema. Globalmente, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos por ano por depressão e ansiedade, com custo de US$ 1 trilhão/ano em produtividade perdida. No Brasil, o Ministério da Previdência informou 472.328 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais em 2024 (e 546.254 em 2025). A mensagem é simples: não é um tema “soft”. É risco operacional e financeiro. Por que esse custo fica invisível? Porque ele se dilui em várias áreas: 1) Absenteísmo e afastamentos (o impacto direto) Mesmo quando o afastamento é formalmente registrado, a empresa sente custos indiretos: perda de capacidade, horas extras, reorganização de escala, atraso de entregas e instabilidade do time. 2) Turnover (o impacto que parece “normal”) Turnover costuma ser tratado como “parte do jogo”. Só que, quando há risco psicossocial não gerido, ele vira um vazamento constante: Ou seja: você paga para voltar ao ponto de partida. 3) Passivo e governança (o impacto que chega depois) Quando o tema vira disputa, auditoria ou questionamento interno, a pergunta não é “vocês se importam?”. É: Sem trilha de execução, a empresa fica vulnerável a: A conta real do “deixar pra depois”: o ciclo do desperdício O “deixar pra depois” cria um ciclo previsível: O custo invisível é isso: reagir repetidamente, sem transformar em rotina de prevenção. NR-01 como estratégia: o que muda quando vira sistema A NR-01 (no contexto do GRO/PGR) empurra para uma abordagem que funciona: gestão contínua, não “PDF de prateleira”. Quando a empresa trata NR-01 como sistema, o processo fica objetivo: 1) Mapear (com governança) 2) Identificar (com dados, não opinião) 3) Executar e evidenciar (o que protege de verdade) O objetivo não é “cumprir”. É reduzir desperdício e aumentar previsibilidade. Onde IA e dados entram (para reduzir custo e acelerar execução) A diferença entre “boa intenção” e “gestão” é capacidade operacional. É aqui que IA + analytics ajudam na prática: IA não substitui a decisão — ela reduz tempo e aumenta controle, que é exatamente o que o “deixar pra depois” destrói. O jeito mais pragmático: estruturar em 30 dias Sem travar a operação: Semana 1 — base Semana 2 — baseline Semana 3–4 — execução Como a Livon ajuda A Livon organiza NR-01 como rotina: coleta estruturada, BI/analytics por recortes, gestão do plano de ação e evidências auditáveis, com IA acelerando análise e execução. Para ver a solução focada em riscos psicossociais e NR-01: https://soulivon.com.br/livon-nr01-riscos-psicossociais/ quanto custa “deixar pra depois” na sua operação — e você consegue provar o que foi feito em minutos? Quando a resposta é “não”, o custo invisível já está ativo.