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Digitalização da Saúde Ocupacional. Em que passo estamos?

Entramos em uma nova fase, a partir do momento que o próprio governo resolveu criar uma plataforma para registrar e facilitar  a administração de informações relativas aos trabalhadores de forma padronizada e simplificada. O eSocial veio com o objetivo de reduzir, controlar, administrar e tornar mais analítica a maneira com que as empresas reportam seus eventos, considerando aproximadamente 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Apesar dos comentários e críticas a nova obrigação, empresas de todos os portes, pequenas, médias, grandes, precisarão deixar um processo, que nos últimos 40 anos foi analógico, para o digital. Esse passo importante, busca também resgatar o valor que dentro das 37 normas regulamentadoras, em saúde e segurança, sempre foi visto como passivo, custo, burocracia, entre outros termos que pouco foca o tema a ser abordado.

Quando criou-se a obrigação dos exames ocupacionais por exemplo, o objetivo principal foi diagnosticar, cuidar, estabelecer um vínculo com o trabalhador, para que sua atividade diária de trabalho não influenciasse diretamente sua saúde, e não simplesmente gerar um ASO (atestado de saúde ocupacional) ! Esse e mais uma enorme quantidade de relatórios e papéis, consumiram grande parte do trabalho das equipes, e o que estamos vivenciando ainda, são exatamente os mesmos problemas, porém em maior escala.

E o que fazer perante esta nova obrigação? Implantar um software que tenha comunicação com o eSocial e está tudo resolvido ? isso vai mudar os principais parâmetros e indicadores referentes a saúde e segurança dos trabalhadores e resgatar o valor que há tanto tempo buscamos ? Pouco provável.

O papel da tecnologia dentro do novo cenário em Saúde Corporativa.

É fundamental ! Como gerenciar processos, métodos, saúde populacional, time assistencial, time de engenharia e segurança, entre outros pontos, sem ferramentas que otimizem e gerencie todas as funções e tarefas ? Impossível !

Porém, mais importante ainda, inclusive na escolha das ferramentas necessárias para tal gerenciamento, é a ideação e o design de todos os novos métodos e processos que irão muito além do aspecto regulatório. Posicionar a empresa, como uma grande referência de performance dentro do seu grupo econômico, mostrar que de fato investe e constrói uma cultura de saúde, e ainda mais, deixa transparente para o mercado seus resultados, ações e melhorias, será uma grande oportunidade pra tirar melhor proveito de uma “obrigação”.

Seguem algumas dicas para iniciar a ideação em sua empresa:

  1. Inventário sobre todos os fluxos e processos adotados atualmente;
  2. Discussão com time do SESMT, sobre como estão vendo e o que o eSocial influenciará nas decisões atuais;
  3. Verificar quais são as ferramentas envolvidas neste processo, e qual o papel destas nesta nova ideação;
  4. Levantamento de todos os custos envolvidos em saúde e segurança, considerando os diretos (equipe, prestadores, exames, relatórios, etc), porém também os indiretos (afastados, FAP, absenteísmo, etc);
  5. Criar grupo e cronogramar as etapas de construção do novo método, elencando nessas etapas, objetivos específicos;
  6. Realizar pesquisa com colaboradores, e trazer NPS, como um ótimo parâmetro de largada, afim de entender a satisfação de sua força de trabalho.

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