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Saúde 24/7: por que a jornada não cabe no horário comercial — e como IA preenche o gap

A necessidade de orientação em saúde raramente aparece quando tudo está funcionando “no horário”. Ela surge no fim do turno, no sábado à noite, no meio de uma viagem, quando alguém recebe um resultado de exame e não sabe interpretar, ou quando um sintoma “simples” vira ansiedade por falta de contexto. E aqui está o dado que amarra tudo: 70% das conversas sobre saúde em IA acontecem fora do horário normal de clínicas. Some isso ao volume — mais de 40 milhões de pessoas por dia recorrendo à IA para dúvidas de saúde — e fica claro que “saúde 24/7” deixou de ser diferencial. Virou infraestrutura. Neste artigo, vamos olhar tecnicamente para: O problema real: a saúde acontece em tempo real — o sistema, nem sempre Na prática, a jornada de saúde é feita de pequenos eventos que não esperam agenda: Quando a estrutura que deveria orientar essa jornada só opera em horário comercial, acontece um efeito previsível: No contexto corporativo, isso não é abstrato. Em empresas brasileiras com mais de 1.000 colaboradores, o custo “escondido” de afastamentos pode chegar a R$ 3,2 milhões por ano, e o presenteísmo pode reduzir a produtividade em até 33%. Ou seja: o “vazio de orientação” tem preço. O que é “IA 24/7” de verdade (e por que não é só um chat) Existe uma confusão comum: achar que “IA 24/7” significa apenas um assistente respondendo perguntas. A versão madura disso é outra coisa: uma camada de tradução + decisão + execução. 1) Tradução: linguagem natural → entendimento útil A IA recebe um relato confuso (“tô com dor no peito e falta de ar, mas pode ser ansiedade?”) e transforma em um resumo organizado: Essa etapa reduz o principal gargalo do cuidado: informação mal estruturada. 2) Decisão: entendimento → triagem e próximos passos A IA não precisa “diagnosticar” para ser valiosa. Ela pode: Isso é o coração do “gap”: decidir o próximo passo no momento em que a pessoa precisa. 3) Execução: próximos passos → workflow que anda sozinho Aqui é onde o 24/7 vira impacto. Se a IA só responde, você tem uma boa experiência. Se ela executa, você tem transformação operacional. Execução significa: É assim que a jornada segue andando, mesmo às 23h. O “24/7” que dá ROI rápido: reduzir atrito e fazer a jornada andar Em saúde (e em saúde corporativa principalmente), muita dor não é “clínica”. É operacional. Agendamento, comparecimento, documentação, validação, rastreio, follow-up. Isso é o que, na prática, faz a jornada travar. Quando IA entra como motor de workflow, o efeito aparece rápido: Esse tipo de “infraestrutura silenciosa” é o que habilita o próximo degrau. Do 24/7 ao preditivo: quando a IA começa a antecipar risco A grande virada é quando “preencher o gap” deixa de ser só atendimento e passa a ser prevenção. Se você consegue unificar e estruturar dados (ausências, atestados, histórico, demanda reprimida, uso de plano), fica possível: Na prática, isso muda a lógica de atuação: E aqui está o ponto que conecta saúde e tecnologia com a proposta da Livon: transformar sinais fracos em ação rápida, com governança e rastreabilidade. O blueprint técnico de um “Saúde 24/7” confiável Para IA funcionar em saúde com seriedade, o desenho importa. Um modelo simples e eficiente é pensar em quatro camadas: Camada 1 — Orquestração de dados (a fundação) Sem dados minimamente organizados, não existe prevenção escalável. Aqui entram integração, taxonomia de eventos, identidade do colaborador/paciente, linha do tempo, e qualidade do dado. Camada 2 — IA conversacional com “base segura” O assistente não pode operar “no vazio”. Ele precisa responder com base em: Camada 3 — Automação de workflow (onde nasce o valor) É a camada que move a jornada: agenda, abre tarefa, cobra documentos, registra evidências e faz handoff para humano. Camada 4 — Governança (o que permite escalar) Privacidade, trilha de auditoria, controle de acesso, consentimento, regras de escalonamento, e monitoramento contínuo. Em saúde, governança não é um item no fim. É parte do produto. Dois exemplos bem reais de “Saúde 24/7” na prática Exemplo 1 — Colaborador em turno noturno com sintoma agudo O que muda? Menos insegurança, menos ruído, menos uso indevido de urgência — e mais decisões corretas no tempo certo. Exemplo 2 — Prevenção em 90 dias (antes de virar afastamento) O que muda? Menos “surpresa” no absenteísmo, mais previsibilidade e um caminho real para reduzir custo e sofrimento. Onde a Livon entra: a mesma direção, com responsabilidade O que está acontecendo no mercado é claro: saúde virou uma jornada contínua, e a IA está se tornando a camada que garante orientação, fluidez e execução fora do horário tradicional. A Livon segue essa mesma lógica — com um foco muito pragmático: Não é sobre “ter IA”. É sobre ter uma jornada de saúde que não para — e que fica mais segura, rastreável e humana justamente porque a tecnologia assume o atrito. Conclusão: o futuro não é “mais atendimento” — é menos vazio “Saúde 24/7” não significa pessoas atendendo 24/7. Significa jornada andando 24/7: Quando isso acontece, a empresa reduz custo, o trabalhador ganha segurança — e a saúde finalmente para de depender do relógio.

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Quando-Tecnologia-e-Pessoas-Evoluem-Juntas

Como 2025 Redefiniu Saúde, Segurança e Meio Ambiente — e Por Que a Livon Está no Centro Dessa Transformação

2025 não foi só mais um ano. Foi um divisor de águas. O final de 2025 marca um ponto de inflexão para saúde, segurança e meio ambiente nas organizações. Não apenas por novas normas ou exigências regulatórias, mas pela mudança estrutural na forma como tecnologia passou a influenciar decisões, produtividade e proteção do capital humano. A chegada definitiva da inteligência artificial ao ambiente corporativo mudou o jogo. O que antes era tratado como inovação experimental passou a ser infraestrutura crítica para reduzir riscos, aumentar eficiência e gerar ROI real. Nesse novo cenário, a Livon se posiciona não apenas como uma plataforma de EHS, mas como um ecossistema inteligente, criado para unir tecnologia, pessoas e estratégia em um único fluxo de valor. IA deixou de ser tendência e se tornou pilar da gestão moderna de EHS Em 2025, ficou claro que não é mais possível gerir EHS apenas com registros históricos, planilhas e relatórios estáticos. O volume e a complexidade dos dados superaram a capacidade humana de análise isolada. É exatamente aqui que a Livon nasceu e evoluiu. Com IA nativa, a plataforma foi desenhada para: A Livon não usa IA como “camada adicional”. A IA faz parte do núcleo da plataforma — orientando prioridades, alertas e planos de ação. De reatividade para antecipação: a virada que define maturidade Antes, o ciclo era conhecido: evento acontece → registro → análise → ação tardia. Em 2025, esse modelo mostrou seus limites. A Livon foi construída justamente para romper esse ciclo, conectando: O resultado é a capacidade de atuar antes do evento crítico, direcionando ações em campo com base em probabilidade e impacto — e não apenas em obrigação normativa. Saúde, segurança e meio ambiente deixam de ser silos Outro marco de 2025 foi a constatação de que EHS fragmentado custa caro. Quando saúde, segurança e meio ambiente operam em sistemas separados: A proposta da Livon é exatamente o oposto: unificação total da gestão de EHS. Uma única plataforma onde: Isso não só melhora a prevenção — aumenta produtividade e reduz desperdício operacional. Tecnologia só gera valor quando chega à linha de frente Outro aprendizado forte de 2025: não adianta ter tecnologia sofisticada se ela não é usada por quem está no campo. Por isso, a Livon investiu fortemente em uma plataforma extremamente didática, pensada para: A tecnologia deixa de ser “do sistema” e passa a ser parte do trabalho diário, fortalecendo cultura e confiabilidade dos dados. ROI e produtividade entram definitivamente na agenda do EHS Talvez a maior mudança de mentalidade em 2025 tenha sido esta: EHS passou a ser cobrado por resultado, não apenas por conformidade. Redução de acidentes continua sendo fundamental, mas agora acompanhada por: A Livon foi desenhada com esse foco desde o início: transformar EHS em um ativo estratégico, capaz de demonstrar ROI claro para a empresa. Com automação, IA e BI robusto, a plataforma reduz tarefas manuais, elimina retrabalho e libera o time de EHS para atuar de forma estratégica — onde o impacto é maior. O papel do gestor de EHS também evoluiu — e a Livon acompanha isso Em 2025, o gestor de EHS deixou de ser apenas o responsável por normas e auditorias. Ele se tornou: A Livon apoia esse novo papel oferecendo: Conclusão — 2025 foi o início. 2026 exige maturidade. O ano de 2025 deixou uma mensagem clara: quem não integrar tecnologia, dados e pessoas ficará para trás. A Livon nasce e evolui exatamente para esse novo contexto: uma plataforma de EHS com IA nativa, integração total, foco em prevenção, produtividade e valorização do capital humano. Não se trata apenas de reduzir acidentes. Trata-se de criar um modelo sustentável, inteligente e eficiente de gestão de saúde, segurança e meio ambiente, capaz de gerar valor real para pessoas e para o negócio. 2025 mudou o jogo. A Livon está preparada — e ajudando empresas a estarem também.

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ehs em 2026

As 7 Tendências que Estão Redefinindo o EHS em 2026 — e Como Superá-las com Inteligência Integrada

EHS entrou em uma nova era O EHS que funcionava há alguns anos já não é suficiente para os desafios atuais. A complexidade das operações aumentou, os riscos se tornaram multifatoriais, a pressão por resultados cresceu e as expectativas sobre saúde, segurança e sustentabilidade evoluíram drasticamente. Ainda assim, muitas empresas continuam tratando EHS como um conjunto de obrigações operacionais — focadas em normas, auditorias e indicadores históricos. O problema é que o mundo mudou, mas a gestão de EHS, em muitos casos, não acompanhou. Hoje, EHS deixou de ser apenas conformidade. Passou a ser gestão estratégica de risco humano, operacional e financeiro. A saúde corporativa deixou de ser acessória e passou a ser central Segurança não se resume mais a evitar acidentes visíveis. Os maiores impactos hoje estão ligados a fatores menos evidentes: Empresas que não conectam saúde, segurança e operação acabam reagindo tarde demais — quando o impacto já chegou na produtividade, no absenteísmo e no custo assistencial. O novo EHS exige visão integrada da saúde do trabalhador, não ações pontuais ou programas isolados. Cultura de segurança não nasce de regras, nasce de comportamento Regras são importantes, mas não moldam comportamento sozinhas. Ambientes realmente seguros são construídos quando as pessoas: Quando a segurança é tratada apenas como obrigação documental, o efeito colateral é conhecido: subnotificação, silêncio operacional e dados distorcidos. EHS moderno prioriza aprendizado contínuo, não punição. Transforma inspeções em conversas e registros em insumos para melhoria real. Tecnologia deixou de ser registro e passou a ser inteligência Por muito tempo, softwares de EHS serviram basicamente para documentar o que já aconteceu. Isso já não é suficiente. A maturidade atual exige que a tecnologia: Sem inteligência, o sistema vira apenas um repositório sofisticado de histórico. Com inteligência, ele se transforma em ferramenta de prevenção. A fragmentação de dados é hoje um dos maiores riscos ocultos Um dos problemas mais críticos nas empresas é a fragmentação da gestão: Essa desconexão gera um efeito cascata: Riscos relevantes raramente são causados por um único fator. Eles surgem da combinação de variáveis — e só podem ser geridos quando os dados estão unificados. ESG e EHS caminham para uma convergência definitiva A separação entre EHS e ESG não faz mais sentido na prática. A forma como uma empresa cuida da saúde, segurança e bem-estar das pessoas é parte direta da sua sustentabilidade, governança e reputação. Indicadores isolados não sustentam decisões estratégicas. O mercado exige coerência, rastreabilidade e evidência de impacto real. Isso só é possível quando EHS deixa de ser operacional e passa a atuar como pilar de governança corporativa.

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