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reajuste plano de saúde

Plano de saúde subindo todo ano? O “culpado” muitas vezes é o mesmo: absenteísmo (e falta de gestão preditiva)

Todo ano, o mesmo roteiro: O problema é que o reajuste não é um evento isolado. Ele é o resultado de uma equação que já estava rodando há meses: sinistralidade alta + uso descontrolado + risco populacional crescendo — e o absenteísmo entra como um “termômetro” (e também como acelerador) desse ciclo. Neste artigo, vamos explicar: Por que o plano de saúde sobe anualmente (na prática) Existem vários fatores, mas em contratos corporativos o motor principal costuma ser um só: Sinistralidade Sinistralidade é a relação entre o que a operadora gastou com a utilização do seu grupo e o que a empresa pagou. Em outras palavras: o reajuste é o preço do risco passado + proteção contra risco futuro. O elo que muita empresa ignora: absenteísmo não é “apenas falta” — é risco em tempo real Absenteísmo alto quase nunca é “um problema de RH”. Ele é um sinal de que a saúde da população está deteriorando (ou que o sistema não está conseguindo conter agravamentos). E o impacto é enorme: O que isso tem a ver com o plano? Absenteísmo alto costuma vir junto de: Tradução: absenteísmo é um indicador de que o seu grupo está ficando mais caro — não só em folha e operação, mas também dentro do plano. O custo real do reajuste: não é só pagar mais — é deixar de investir em capital humano Quando o plano sobe, a empresa raramente “ganha dinheiro extra”. Ela tira de algum lugar. E quase sempre tira de onde mais reduz risco no longo prazo: capital humano. Cenário (simulação simples para visualizar) Imagine uma empresa com 3.000 vidas no plano. Custo médio mensal por vida (empresa): R$ 900 (exemplo hipotético). Agora pense no que R$ 6,48 milhões poderia financiar (dependendo do perfil da operação): O ciclo perverso é este: o plano sobe → a empresa corta prevenção → o risco aumenta → o plano sobe mais. Por que muitas empresas perdem a negociação (mesmo “fazendo um monte de ação”) Negociação com operadora não é sobre discurso. É sobre evidência. O que costuma acontecer: A operadora, por outro lado, precifica olhando histórico e risco projetado. Se você não muda o risco — e não prova isso — o reajuste vem. A virada: reduzir reajuste não é “negociar melhor”. É  reduzir risco antes do custo acontecer . Aqui entra a diferença entre “programa de saúde” e gestão inteligente de risco em saúde. A Livon atua exatamente nesse ponto: transformar dados fragmentados em previsibilidade e execução, usando IA para antecipar custo, priorizar intervenção e sustentar negociação. Como a Livon reduz a pressão do reajuste (a parte mais importante) Você pediu para “caprichar” — então vamos com clareza e profundidade. Antes: é importante ser honesto com o mecanismo. Quem aplica o reajuste é a operadora, mas a Livon atua nos fatores que mais determinam esse reajuste: A “garantia” da Livon é sobre mudar a equação e provar isso com método, dados e rotina. O que a IA da Livon faz (de forma aplicada) 1)  Orquestração de dados (o básico que quase ninguém faz bem) A Livon consolida e estrutura dados dispersos (uso do plano, afastamentos, atestados, perfis, regiões, funções, documentos), reduzindo o “apagão de informação” que impede ação rápida. Sem isso, qualquer gestão vira campanha. 2)  Detecção de alto uso e risco antes do pico A Livon usa modelos para identificar padrões de consumo e risco (pessoas, perfis, áreas, famílias) antes que virem sinistros caros — para conter escalada. Na prática, isso evita o efeito dominó: dúvida sem orientação → uso reativo → agravamento → evento caro → sinistralidade explode → reajuste. 3)  Segmentação de risco por perfil (onde agir primeiro) Em vez de ações “para todo mundo”, a IA ajuda a responder: Isso faz a verba de saúde deixar de ser “spray and pray” e virar alocação inteligente. 4)  Intervenções preventivas direcionadas (com execução, não só recomendação) A Livon estrutura intervenções que atacam onde o custo nasce: Aqui está o ponto que muita consultoria falha: IA sem execução é insight bonito. A Livon operacionaliza. 5)  Previsibilidade orçamentária + priorização por ROI A IA serve para responder a pergunta que CFO mais precisa: “Se eu investir aqui, quanto risco eu reduzo — e qual retorno eu espero?” Isso muda o jogo porque permite: 6)  Negociação com evidência (relatórios auditáveis e narrativa técnica) A Livon transforma diagnóstico e ações em materiais de negociação (benchmark, causas raiz, plano de gestão, monitoramento de tendências). Operadora responde a evidência. E evidência muda o poder na mesa. Resultados que sustentam a tese (não é promessa vazia) Em bases de resultados reportados pela Livon: Além disso, existem referências de economias milionárias associadas a redução de absenteísmo/afastamentos (ex.: casos com milhões em economia anual e semestral em operações de milhares de colaboradores). Por que isso importa para reajuste? Porque reduzir sinistralidade e eventos de alto custo é exatamente o que reduz a pressão do aumento. O “modelo Livon” em 90 dias (o que muda rápido) Um jeito útil de entender a estratégia é assim: Dias 0–30: Diagnóstico acionável Dias 31–60: Predição + priorização Dias 61–90: Execução + prova O segredo aqui: não esperar o reajuste chegar para começar a atuar. Quando chega, já é tarde — você está negociando o passado. O “antes e depois” que muda a vida do RH (e o caixa do CFO) Antes (o padrão) Depois (gestão com IA + execução) Conclusão: o plano sobe quando o risco sobe — e risco se gerencia (não se aceita) Se a sua empresa só “reage ao reajuste”, a tendência é o ciclo piorar. O caminho sustentável é: É exatamente nesse ponto que a Livon se posiciona: IA aplicada + operação + resultado para reduzir desperdício, evitar agravamentos e proteger orçamento de capital humano.

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saude 24/07

Saúde 24/7: por que a jornada não cabe no horário comercial — e como IA preenche o gap

A necessidade de orientação em saúde raramente aparece quando tudo está funcionando “no horário”. Ela surge no fim do turno, no sábado à noite, no meio de uma viagem, quando alguém recebe um resultado de exame e não sabe interpretar, ou quando um sintoma “simples” vira ansiedade por falta de contexto. E aqui está o dado que amarra tudo: 70% das conversas sobre saúde em IA acontecem fora do horário normal de clínicas. Some isso ao volume — mais de 40 milhões de pessoas por dia recorrendo à IA para dúvidas de saúde — e fica claro que “saúde 24/7” deixou de ser diferencial. Virou infraestrutura. Neste artigo, vamos olhar tecnicamente para: O problema real: a saúde acontece em tempo real — o sistema, nem sempre Na prática, a jornada de saúde é feita de pequenos eventos que não esperam agenda: Quando a estrutura que deveria orientar essa jornada só opera em horário comercial, acontece um efeito previsível: No contexto corporativo, isso não é abstrato. Em empresas brasileiras com mais de 1.000 colaboradores, o custo “escondido” de afastamentos pode chegar a R$ 3,2 milhões por ano, e o presenteísmo pode reduzir a produtividade em até 33%. Ou seja: o “vazio de orientação” tem preço. O que é “IA 24/7” de verdade (e por que não é só um chat) Existe uma confusão comum: achar que “IA 24/7” significa apenas um assistente respondendo perguntas. A versão madura disso é outra coisa: uma camada de tradução + decisão + execução. 1) Tradução: linguagem natural → entendimento útil A IA recebe um relato confuso (“tô com dor no peito e falta de ar, mas pode ser ansiedade?”) e transforma em um resumo organizado: Essa etapa reduz o principal gargalo do cuidado: informação mal estruturada. 2) Decisão: entendimento → triagem e próximos passos A IA não precisa “diagnosticar” para ser valiosa. Ela pode: Isso é o coração do “gap”: decidir o próximo passo no momento em que a pessoa precisa. 3) Execução: próximos passos → workflow que anda sozinho Aqui é onde o 24/7 vira impacto. Se a IA só responde, você tem uma boa experiência. Se ela executa, você tem transformação operacional. Execução significa: É assim que a jornada segue andando, mesmo às 23h. O “24/7” que dá ROI rápido: reduzir atrito e fazer a jornada andar Em saúde (e em saúde corporativa principalmente), muita dor não é “clínica”. É operacional. Agendamento, comparecimento, documentação, validação, rastreio, follow-up. Isso é o que, na prática, faz a jornada travar. Quando IA entra como motor de workflow, o efeito aparece rápido: Esse tipo de “infraestrutura silenciosa” é o que habilita o próximo degrau. Do 24/7 ao preditivo: quando a IA começa a antecipar risco A grande virada é quando “preencher o gap” deixa de ser só atendimento e passa a ser prevenção. Se você consegue unificar e estruturar dados (ausências, atestados, histórico, demanda reprimida, uso de plano), fica possível: Na prática, isso muda a lógica de atuação: E aqui está o ponto que conecta saúde e tecnologia com a proposta da Livon: transformar sinais fracos em ação rápida, com governança e rastreabilidade. O blueprint técnico de um “Saúde 24/7” confiável Para IA funcionar em saúde com seriedade, o desenho importa. Um modelo simples e eficiente é pensar em quatro camadas: Camada 1 — Orquestração de dados (a fundação) Sem dados minimamente organizados, não existe prevenção escalável. Aqui entram integração, taxonomia de eventos, identidade do colaborador/paciente, linha do tempo, e qualidade do dado. Camada 2 — IA conversacional com “base segura” O assistente não pode operar “no vazio”. Ele precisa responder com base em: Camada 3 — Automação de workflow (onde nasce o valor) É a camada que move a jornada: agenda, abre tarefa, cobra documentos, registra evidências e faz handoff para humano. Camada 4 — Governança (o que permite escalar) Privacidade, trilha de auditoria, controle de acesso, consentimento, regras de escalonamento, e monitoramento contínuo. Em saúde, governança não é um item no fim. É parte do produto. Dois exemplos bem reais de “Saúde 24/7” na prática Exemplo 1 — Colaborador em turno noturno com sintoma agudo O que muda? Menos insegurança, menos ruído, menos uso indevido de urgência — e mais decisões corretas no tempo certo. Exemplo 2 — Prevenção em 90 dias (antes de virar afastamento) O que muda? Menos “surpresa” no absenteísmo, mais previsibilidade e um caminho real para reduzir custo e sofrimento. Onde a Livon entra: a mesma direção, com responsabilidade O que está acontecendo no mercado é claro: saúde virou uma jornada contínua, e a IA está se tornando a camada que garante orientação, fluidez e execução fora do horário tradicional. A Livon segue essa mesma lógica — com um foco muito pragmático: Não é sobre “ter IA”. É sobre ter uma jornada de saúde que não para — e que fica mais segura, rastreável e humana justamente porque a tecnologia assume o atrito. Conclusão: o futuro não é “mais atendimento” — é menos vazio “Saúde 24/7” não significa pessoas atendendo 24/7. Significa jornada andando 24/7: Quando isso acontece, a empresa reduz custo, o trabalhador ganha segurança — e a saúde finalmente para de depender do relógio.

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Quando-Tecnologia-e-Pessoas-Evoluem-Juntas

Como 2025 Redefiniu Saúde, Segurança e Meio Ambiente — e Por Que a Livon Está no Centro Dessa Transformação

2025 não foi só mais um ano. Foi um divisor de águas. O final de 2025 marca um ponto de inflexão para saúde, segurança e meio ambiente nas organizações. Não apenas por novas normas ou exigências regulatórias, mas pela mudança estrutural na forma como tecnologia passou a influenciar decisões, produtividade e proteção do capital humano. A chegada definitiva da inteligência artificial ao ambiente corporativo mudou o jogo. O que antes era tratado como inovação experimental passou a ser infraestrutura crítica para reduzir riscos, aumentar eficiência e gerar ROI real. Nesse novo cenário, a Livon se posiciona não apenas como uma plataforma de EHS, mas como um ecossistema inteligente, criado para unir tecnologia, pessoas e estratégia em um único fluxo de valor. IA deixou de ser tendência e se tornou pilar da gestão moderna de EHS Em 2025, ficou claro que não é mais possível gerir EHS apenas com registros históricos, planilhas e relatórios estáticos. O volume e a complexidade dos dados superaram a capacidade humana de análise isolada. É exatamente aqui que a Livon nasceu e evoluiu. Com IA nativa, a plataforma foi desenhada para: A Livon não usa IA como “camada adicional”. A IA faz parte do núcleo da plataforma — orientando prioridades, alertas e planos de ação. De reatividade para antecipação: a virada que define maturidade Antes, o ciclo era conhecido: evento acontece → registro → análise → ação tardia. Em 2025, esse modelo mostrou seus limites. A Livon foi construída justamente para romper esse ciclo, conectando: O resultado é a capacidade de atuar antes do evento crítico, direcionando ações em campo com base em probabilidade e impacto — e não apenas em obrigação normativa. Saúde, segurança e meio ambiente deixam de ser silos Outro marco de 2025 foi a constatação de que EHS fragmentado custa caro. Quando saúde, segurança e meio ambiente operam em sistemas separados: A proposta da Livon é exatamente o oposto: unificação total da gestão de EHS. Uma única plataforma onde: Isso não só melhora a prevenção — aumenta produtividade e reduz desperdício operacional. Tecnologia só gera valor quando chega à linha de frente Outro aprendizado forte de 2025: não adianta ter tecnologia sofisticada se ela não é usada por quem está no campo. Por isso, a Livon investiu fortemente em uma plataforma extremamente didática, pensada para: A tecnologia deixa de ser “do sistema” e passa a ser parte do trabalho diário, fortalecendo cultura e confiabilidade dos dados. ROI e produtividade entram definitivamente na agenda do EHS Talvez a maior mudança de mentalidade em 2025 tenha sido esta: EHS passou a ser cobrado por resultado, não apenas por conformidade. Redução de acidentes continua sendo fundamental, mas agora acompanhada por: A Livon foi desenhada com esse foco desde o início: transformar EHS em um ativo estratégico, capaz de demonstrar ROI claro para a empresa. Com automação, IA e BI robusto, a plataforma reduz tarefas manuais, elimina retrabalho e libera o time de EHS para atuar de forma estratégica — onde o impacto é maior. O papel do gestor de EHS também evoluiu — e a Livon acompanha isso Em 2025, o gestor de EHS deixou de ser apenas o responsável por normas e auditorias. Ele se tornou: A Livon apoia esse novo papel oferecendo: Conclusão — 2025 foi o início. 2026 exige maturidade. O ano de 2025 deixou uma mensagem clara: quem não integrar tecnologia, dados e pessoas ficará para trás. A Livon nasce e evolui exatamente para esse novo contexto: uma plataforma de EHS com IA nativa, integração total, foco em prevenção, produtividade e valorização do capital humano. Não se trata apenas de reduzir acidentes. Trata-se de criar um modelo sustentável, inteligente e eficiente de gestão de saúde, segurança e meio ambiente, capaz de gerar valor real para pessoas e para o negócio. 2025 mudou o jogo. A Livon está preparada — e ajudando empresas a estarem também.

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